AnimaPulse

Vacinação do coelho

Muita gente ignora que um coelho se vacina. Duas doenças quase sempre mortais, e um reforço anual que mantém as duas à distância.

Estes calendários são indicativos — e é uma conversa a ter com um veterinário habituado a animais exóticos.

Portugal

VacinaPrimovacinaçãoPrimeiro reforçoDepois
Mixomatose-DHVmixomatose e doença hemorrágica viral — reforço anual6 semanas1 ano após a primovacinaçãotodos os anos

Duas doenças, quase sempre mortais

A mixomatose transmite-se por picada de mosquito ou pulga: não é preciso que o coelho saia, basta que um mosquito entre. Provoca inchaço das pálpebras e da face, e mata em poucos dias.

A doença hemorrágica viral mata ainda mais depressa — muitas vezes sem qualquer sinal prévio. O vírus resiste no ambiente e viaja na erva apanhada lá fora, nos sapatos, nas mãos.

Nenhuma das duas se trata. É por isso que a vacina é a única resposta.

RHDV2: porque a vacina mudou

Desde 2010 espalha-se a variante RHDV2, contra a qual as vacinas mais antigas não protegiam o suficiente. As vacinas combinadas hoje usadas em Portugal cobrem mixomatose, RHD clássica e RHD2 numa só injeção.

Se o teu coelho foi vacinado há alguns anos com um produto antigo, vale a pena confirmar com o veterinário o que a vacina cobria.

Um reforço por ano

A imunidade não dura mais do que isso. Um coelho de interior corre menos risco, mas não risco nenhum — a pressão mixomatosa é forte na Península Ibérica, e um mosquito não distingue interior de exterior.

Sobre o idioma: a aplicação está hoje em francês e inglês; os esquemas portugueses já estão integrados. Uma interface em português está a caminho.

Fontes — Portugal

O AnimaPulse chega em breve

A caderneta de saúde dos teus animais: lembretes de vacinas e tratamentos, partilha com o veterinário, documentos digitalizados e pré-preenchidos. Alojado em França, nunca revendido.

Um único email, no dia do lançamento — cancelas a subscrição num clique.

Página atualizada a 9 de agosto de 2026.